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Estudo que otimiza a degradação do PET tem participação do eScience e ganha visibilidade na mídia

Imagem: Pixabay
 
Estudo internacional que otimizou a enzima que decompõe o PET contou com a participação de pesquisadores brasileiros do CEPID CCES-eScience e chamou a atenção de diversos canais de comunicação dentro e fora do Brasil.
A pesquisa foi publicada no artigo "Characterization and engineering of a plastic-degrading aromatic polyesterase" em 17 de abril de 2018 na revista PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences), e revelou que a enzima PETase, que concede a recém-descoberta bactéria Ideonella sakaiensis a habilidade de degradar o PET, possui características muito semelhantes a uma enzima já conhecida, a cutinase, que não possui a mesma habilidade. Os pesquisadores, ao modificarem a PETase para se assemelhar a cutinase e compreender melhor suas propriedades, conseguiram otimizar seus efeitos de degradação do PET.
Essa descoberta é um dos passos para alcançarmos a melhoria dos processos de reciclagem e reaproveitamento desse material, que tem sido fonte de preocupação nas últimas décadas pelo largo tempo que necessita para ser degradado e seus danos ao meio ambiente.
Veja abaixo o artigo original publicado na PNAS e diversas matérias divulgadas pelos canais de comunicação.
 
AUSTIN, H. P. et alCharacterization and engineering of a plastic-degrading aromatic polyesteraseProceedings of the National Academy of Sciences. abr. 2018.
 
Veja a pesquisa pela mídia:

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