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eScience marca presença na 67ª Reunião Anual da SBPC

Em estande da FAPESP, o CEPID (Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Engenharia e Ciências Computacionais) eScience da UNICAMP, participa da 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)

 

São Carlos - Além de promover a interação multidisciplinar em trabalhos científicos de ponta, o eScience da UNICAMP também se preocupa com a difusão de suas pesquisas.

Assim, o eScience está presente em um dos mais importantes fóruns para a difusão dos avanços da ciência nas diversas áreas do conhecimento, a reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Este ano, na sua 67ª edição, o evento ocorre na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), de 12 a 18 de julho de 2015.

Como parte de um grande estande da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), em que estão outros CEPIDs apoiados pela fundação, o eScience chama a atenção pela abrangência de seu trabalho, a modelagem computacional.

"Diferentes campos científicos se utilizam de simulações computacionais atualmente. A computação hoje em dia tem se tornado a base fundamental para pesquisas em diversas áreas", afirma o professor Rodolfo Azevedo, um dos participantes do estande que explicou aos visitantes o foco do CEPID e sua importância na ciência hoje.

"Antigamente um astrônomo olhava seu telescópio e descobria uma estrela nova. Hoje não é assim. Existem telescópios caríssimos que guardam milhões de dados e qualquer descoberta é feita através de sofisticados softwares", exemplifica o professor Rodolfo, do Instituto de Computação (IC) da UNICAMP.

"Outro exemplo é o estudo da interação entre moléculas, o que também fazemos com simulações computacionais", complementa.

Público – Durante o evento, o público pode tirar suas dúvidas e interagir com cientistas.

"Achei muito interessante porque vocês trabalham com várias áreas", diz Siomara Dias, mestranda em Química Analítica, da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).

"Estamos com uma bolsa de TI para montagem de uma central analítica e estou aqui vendo o quanto é importante esse trabalho com programas específicos de computador. Vamos nos deparar com esse tipo de desafio em nossas análises sobre poluentes na atmosfera em Manaus", diz a jovem cientista.

Além de estudantes, profissionais de apoio também aprovaram o evento.

"É uma oportunidade de conhecer pessoas e ver como cada centro trabalha de uma maneira própria. É uma experiência de aprendizagem e melhoria do nosso próprio trabalho", declara Mary Francis de Godoy Lopes, gestora executiva do CeMEAI (Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria), um dos 17 Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP.

"A gente tem de atrair o público e empresas e resolver seus problemas. A população em geral não tem tanto canal de disseminação de ciência. Muitas vezes não sabe o que está sendo pesquisado na universidade que fica do lado da sua casa", afirma o professor Rodolfo.

"Além disso, temos que incentivar a pesquisa, ou seja, criar o cientista do futuro", completa.

Redação, 14/07/2015


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